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	<title>Gerações &#8211; Ágora-Entertraining</title>
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	<description>A Ágora Entertraining é uma empresa especializada em Desenvolvimento Humano, com foco em desenvolvimento pessoal, desenvolvimento in company, experience &#38; business games e tecnologia para líderes. Venha inovar conosco!</description>
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	<title>Gerações &#8211; Ágora-Entertraining</title>
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		<title>A nova geração tem fome de quê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michelly Dellecave]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 16:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algum tempo tenho observado nas organizações os desafios que emergem a partir das diferenças entre gerações. Percebo uma busca desesperada dos níveis estratégicos, com ocupantes geralmente das gerações X e Y, em agradar o novo perfil que vêm chegando ao mercado de trabalho com promessas de excelentes resultados. Em meio a programas de estágio, [&#8230;]</p>
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<p>Há algum tempo tenho observado nas organizações os desafios que emergem a partir das diferenças entre gerações. Percebo uma busca desesperada dos níveis estratégicos, com ocupantes geralmente das gerações X e Y, em agradar o novo perfil que vêm chegando ao mercado de trabalho com promessas de excelentes resultados.</p>
<p>Em meio a programas de estágio, trainee e de jovens executivos, busca-se de todas as formas padronizar o comportamento deste público, para criar estratégias internas que dêem conta de suprir “suas fomes”, garantindo maior retenção e produtividade.</p>
<p>No entanto, por mais que possamos descrever comportamentos e características que definem uma geração, se há um único padrão, é o de que ele muda o tempo todo. E os desafios iniciam por aí&#8230;</p>
<p>A geração X, por exemplo, pelo seu <em>mindset</em> de padronização, fidelidade ao trabalho e a carreira, bem como em agradar seus filhos e fornecer tudo o que não tiveram em sua infância, reproduzem esta lógica na interação com a geração Y, buscando contemplar tudo o que for necessário para que a geração Y se interesse, seja produtiva e permaneça no trabalho por bons anos. Mas será que esta lógica funciona?</p>
<p>Em primeiro lugar precisamos entender que apesar de falarmos de uma geração e características comuns, estas definições estão em sua maioria traçadas de forma global, sem levar em conta as diferenças entre classes, regiões e até mesmo os acontecimentos sócio-políticos que marcam diferenças expressivas entre décadas, às vezes entre um ano e outro.</p>
<p>Neste sentido, Tulgan (2013) aborda sobre o surgimento da Geração Z, aqueles nascidos nos anos 90 e criados na década de 2000, apontando diferenças significativas dos acontecimentos que marcam uma década e influenciam o pensamento das gerações. Essa geração, a Z, possui uma série de características diferentes dos jovens da geração Y, algumas até mesmo antagônicas, como por exemplo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A confiança no futuro da  geração Y <em>versus</em> a insegurança sobre o amanhã da geração Z</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>proporcionada pelo clima de instabilidade e desemprego vivenciado em seu ingresso ao mercado de trabalho.</p>
<p>Será então que “a fome” de um jovem da geração Y criado por pais da geração X, é a mesma “fome” dos jovens da geração Y criados pela própria geração Y?</p>
<p>Será que jovens que tiveram seu desenvolvimento em maior parte em escolas públicas do norte do Brasil, são iguais aos jovens que estudaram em escolas particulares trilíngues da região sul?</p>
<p>Conheço jovens da geração Y que tudo o que desejam é passar em um concurso público e alcançar a estabilidade em sua profissão, haja visto os números incríveis de concorrência nestes concursos. Em contrapartida, também conheço jovens da geração Y que almejam empreender e fazem de tudo para enriquecer em um curto espaço de tempo, como podemos observar muitos youtubers por aí&#8230;</p>
<p>Dessa forma, temos uma geração <em>fast food</em>, na mesma época em que mais cresce o mercado de alimentação saudável no país (crescimento de 98% entre 2009 e 2014, segundo o Sebrae).</p>
<p>Então como oferecer o alimento ideal para uma geração que tem fomes tão discrepantes?</p>
<p>Oliveira et all (2012) falam sobre a dificuldade de se estabelecer o perfil da nova geração no Brasil. Em um país marcado pela desigualdade, nada mais natural que encontrarmos desenvolvimentos desiguais e consequentes diferentes perfis e buscas individuais, concluindo que para discutir a relação entre a geração atual e o trabalho é preciso fazer uma análise do contexto e particularidades presentes naquele grupo, como formação, profissão, classe social, etc, evitando generalizações. Precisamos evitar visão lineares e reducionistas, e buscar compreender a complexidade tal qual ela se apresenta.</p>
<p>Porém, em muitos momentos percebo que as organizações vão na direção contrária, buscando regras e programas de desenvolvimento, incentivo e benefícios que almejam o padrão, e por isso a tentativa desesperada de padronizar o perfil destes jovens, quando talvez <strong>tudo o que eles estejam pedindo é para serem olhados individualmente</strong>.</p>
<p>A habilidade das lideranças e organizações em fazer esta leitura e distinção destes perfis é o que levará ao conhecimento da “fome” que cada um de seus jovens talentos têm, e adaptar as estratégias será então, o seu diferencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a  href="https://agoraentert.com.br/wp-content/uploads/2018/05/yohana-1.jpg" data-rel="lightbox-gallery-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-5451" src="https://agoraentert.com.br/wp-content/uploads/2018/05/yohana-1-300x250.jpg" alt="" width="150" height="125" /></a></p>
<h4>Aline Yohana</h4>
<h5>É consultora em desenvolvimento humano pela Ágora Entertraining e psicóloga clínica. Possui MBA em Gestão Estratégica de Pessoas e especialização em Gestalt Terapia.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>
<p>OLIVEIRA, S.R.; PICCININI, V.C.; BITENCOURT, B.M. <strong>Juventudes, gerações e trabalho:</strong> é possível falar em geração Y no Brasil? O&amp;S – Salvador, v.19, n.62, p.551-558, set 2012.</p>
<p>TULGAN, B. <strong>Meet generation Z:</strong> the second generation within the giant &#8220;millennial&#8221; cohort. RainmakerThinking, Inc, 2013. Disponível em:  http://rainmakerthinking.com/assets/uploads/2013/10/Gen-Z-Whitepaper.pdf. Acessado em 04 de abril de 2018</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que os Millennials querem do trabalho?</title>
		<link>https://agoraentert.com.br/antigosite/insights/o-que-os-millennials-querem-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michelly Dellecave]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 18:24:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vocês sabiam que em 2025 os Millennials representarão 75% da população ativa no mundo? Desta forma, saber o que os motiva e os mantém no trabalho pode ser muito importante... </p>
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		<title>Geração Z, seja bem-vinda ao ambiente de trabalho</title>
		<link>https://agoraentert.com.br/antigosite/insights/geracao-z-seja-bem-vinda-ao-ambiente-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michelly Dellecave]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você está cansado de escutar sobre os Millennials? Está pronto para começar a pensar sobre irmãos mais novos deles? De acordo com a empresa de consultoria Robert Half, a Geração Z (que nasceram entre 1990 e 1999) vão significar mais de 20% da força de trabalho próximos 5 anos. A Geração Z que cresceu com Internet e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você está cansado de escutar sobre os Millennials? Está pronto para começar a pensar sobre irmãos mais novos deles? De acordo com a empresa de consultoria Robert Half, a Geração Z (que nasceram entre 1990 e 1999) vão significar mais de 20% da força de trabalho próximos 5 anos.<img loading="lazy" class="alignright size-medium wp-image-1493" src="http://agoraentert.com.br/wp-content/uploads/2016/07/11169-NNGW23-01-300x300.png" alt="11169-NNGW23-01" width="300" height="300" srcset="https://agoraentert.com.br/antigosite/wp-content/uploads/2016/07/11169-NNGW23-01-300x300.png 300w, https://agoraentert.com.br/antigosite/wp-content/uploads/2016/07/11169-NNGW23-01-100x100.png 100w, https://agoraentert.com.br/antigosite/wp-content/uploads/2016/07/11169-NNGW23-01-600x600.png 600w, https://agoraentert.com.br/antigosite/wp-content/uploads/2016/07/11169-NNGW23-01-150x150.png 150w, https://agoraentert.com.br/antigosite/wp-content/uploads/2016/07/11169-NNGW23-01-768x768.png 768w, https://agoraentert.com.br/antigosite/wp-content/uploads/2016/07/11169-NNGW23-01.png 801w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>A Geração Z que cresceu com Internet e mal consegue se lembrar como a vida era antes dos smartphones, tem algumas expectativas de carreira surpreendente. Na pesquisa realizada pela Half, entre estudantes de faculdade entre 18 e 25 anos, 79% disseram ter a vontade de trabalhar em uma empresa grande ou média. Perguntaram aonde eles enxergavam suas vidas 5 anos após a faculdade e 32% respondeu que se enxergavam empregados em um ambiente corporativo e 25% que se imaginam em um ambiente corporativo, mas não em um papel de gestor.</p>
<blockquote><p>“Essa expectativa é ambiciosa, mas realista, e reflete o desejo da geração por um trabalho e uma condição financeira segura. A geração Z tem observado de perto as lutas individuais que as pessoas estão tendo com a crise financeira dos últimos 10 anos. Eles têm visto seus pais e avós voltando ao mercado de trabalho, pegando trabalho em meio período, deixando a poupança com boa parte ou totalmente enxugada&#8221; diz Paul McDonald, diretor executivo sênior da Robert Half.</p></blockquote>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Como será a Geração Z enquanto empregados?</strong></span></p>
<p>A Geração Z vai saber como vender sua empresa nas mídias sociais, em sites de busca, como o Google, e dar o seu jeito em qualquer novo software. Entretanto, especialistas avisam que é bem provável que esta geração apresente habilidades de comunicação pobres, dificuldade em prestação de contas, organização e produtividade.</p>
<p>O Feedback da Geração Z também mostra que, apenar da crescente força de trabalho motora, menos de 5% desejam trabalhar em um time virtual. Ao invés disso, eles preferem trabalhar em uma pequena equipe em um ambiente de escritório.</p>
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